O técnico Tiago Nunes teve um desfalque importante na estreia do Corinthians na pré-Libertadores. Na partida contra o Guaraní, do Paraguai, fora de casa, o Timão não pôde contar com Ramiro, que vinha realizando um bom início de ano e agradando ao comandante. A expectativa era contar com o meio-campista no confronto da volta, no próximo meio de semana, o que não acontecerá.

Apesar de o departamento médico tentar uma recuperação mais rápida, está descartada a possibilidade de Ramiro enfrentar o Guaraní em Itaquera. Em entrevista ao site Globoesporte.com, Michel Huff, preparador físico do Corinthians, atualizou a situação do jogador. Após sofrer um estiramento no ligamento colateral medial do joelho direito, no jogo com a Ponte Preta, em 30 de janeiro, ele ainda precisará de mais 10 dias de transição física após ser liberado.

“Acredito que em três semanas ele já deva estar de volta”, disse. “Foi uma lesão casual, estranha. Ele prende o pé na camiseta do jogador. O estilo de jogo dele é esse: intensidade, pegada. Estava super bem fisicamente e não só isso, entendendo o modelo de jogo. Ele chorou muito não só de dor, mas por sentir que estava perdendo o momento bom dele. Já lembrou de quando machucou o ligamento cruzado no Grêmio, então passa um monte de coisa na cabeça do cara. Mas não foi nada tão grave”, completou o preparador.

Sem poder contar com Ramiro, Tiago Nunes tem duas soluções para escalar a equipe titular. Contra a Ponte Preta, o treinador optou pela entrada de Madson. Já diante do Santos e no primeiro jogo com o Paraguai, o escolhido foi Janderson, com Everaldo passando para o lado esquerdo. A certeza que o Corinthians tem é que precisará vencer o Guaraní por dois gols de diferença para seguir sonhando com vaga na fase de grupos da Libertadores.